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RELEASES 2022

Dez vezes mais veloz que o 4G, a tecnologia de quinta geração deve trazer mais de US$ 76 bilhões ao Agronegócio

São Paulo, maio de 2022 - A produtividade e o controle de recursos nas lavouras e na criação de animais são temas centrais para o Agronegócio, que deve se beneficiar, de maneira significativa, da chegada do 5G no Brasil. A expectativa é que a tecnologia de quinta geração amplie a conectividade e permita o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis. Ganhando cada vez mais espaço no Agronegócio, esta pauta estará em discussão durante o Futurecom 2022, que acontecerá no São Paulo Expo, na capital paulista, entre os dias 18 e 20 de outubro.
A chegada do 5G traz ao Agronegócio a possibilidade de ter mais dispositivos conectados em uma mesma rede, que poderão auxiliar na redução de desperdícios no setor. A expectativa é que a tecnologia gere, em 15 anos, mais de US$ 76 bilhões ao Agronegócio, além de US$ 1,1 trilhão ao País, como mostra pesquisa realizada pela Omdia em parceria com a Nokia.
“Com melhor cobertura, capacidade da rede ampliada e qualidade na conexão, podemos implementar elementos que trarão eficiência para o processo produtivo integrado, desde os insumos até o envio do produto ao destino. Uma dessas possibilidades é o uso de drones para monitoramento climatológico, das operações agrícolas e identificação de pragas e até otimização de processos de irrigação”, explica Hermano Pinto, Diretor do Portfólio de Tecnologia e Infraestrutura da Informa Markets, responsável pelo Futurecom, que este ano retorna ao modelo presencial.
Alinhado ao uso de novas tecnologias em IoT e Machine Learning, o 5G torna esses processos possíveis, mais seguros, rápidos e eficientes. “É possível utilizar o 5G visando minimizar as altas taxas de perdas de alimentos ou, ainda, para o controle eficiente de uso pesticidas, com o objetivo de minimizar os impactos na saúde da população, baratear os custos de produção e impedir a contaminação do solo e lençóis freáticos”, explica Yanis Stoyannis, professor de Segurança de Telecomunicações e Internet do Instituto Daryus de Ensino Superior Paulista (IDESP).
Apesar de inovador, ainda há muitos desafios que devem ser superados para que a implementação do 5G no campo tenha sucesso em todo o Brasil, sendo um deles as dimensões continentais do País, que pode atrasar a chegada em todas as regiões. De acordo com Stoyannis, muitas vezes o investimento para alcançar áreas remotas é extremamente elevado e o retorno financeiro pode não ser suficiente para alavancar a iniciativa.
“O uso da do 5G pode agregar muitos benefícios, com mais sustentabilidade e aproveitamento de recursos em toda a cadeia Agro, mas para que haja esse retorno esperado o setor deve investir, efetivamente, na implementação da tecnologia. Um estudo recente realizado pela Deloitte e o Ministério da Economia indica que o potencial total em benefícios para o Brasil até 2031 será de R$ 590 bilhões. Nosso grande desafio é ampliar a produtividade da economia, e o 5G será fundamental neste processo”, reforça Hermano.

Anote em sua agenda:
Futurecom 2022
Quando: 18, 19 e 20 de outubro
Local: São Paulo Expo
Para mais informações e novidades acesse o site e o canal do Futurecom.

Sobre o Futurecom
O Futurecom é uma plataforma que impulsiona o ecossistema de tecnologia e telecomunicações, apresentando soluções para o seu negócio, por meio de conexões de comunidades, relacionamentos e conteúdo de qualidade em todos os ambientes: digital, físico e híbrido. O Futurecom conta hoje com uma base de dados qualificada, com mais de 141 mil contatos de profissionais do setor e diversos canais, como plataforma de negócios, website, redes sociais e uma plataforma de conteúdo exclusivo. Futurecom é o parceiro estratégico ideal para promover marcas, lançar produtos, gerar leads qualificados e realizar ações personalizadas para obtenção de um melhor retorno de investimento, com mais foco e assertividade.

Sobre a Informa Markets
A Informa Markets cria plataformas para indústrias e mercados especializados para fazer negócios, inovar e crescer. Nosso portfólio global é composto por mais de 550 eventos e marcas internacionais, sendo mais de 30 no Brasil, em mercados como Saúde e Nutrição, Infraestrutura, Construção, Alimentos e Bebidas, Agronegócio, Tecnologia e Telecom, Metal Mecânico, entre outros. Oferecemos aos clientes e parceiros em todo o mundo oportunidades de networking, viver experiências e fazer negócios por meio de feiras e eventos híbridos, conteúdo digital especializado e soluções de inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados 365 dias por ano.

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Tecnologia já conta mais de 1,3 milhão de quilômetros mundialmente

Com extensão para mais de cem voltas ao redor da terra e cerca de 400 componentes ativos ao redor do mundo, a tecnologia de cabos submarinos ainda deve permanecer como alternativa mais rápida e eficiente a longo prazo. O tema, que vem ganhando espaço com a chegada do 5G ao Brasil e a busca por conexões com menor latência, ou seja, tempo de resposta da rede entre o emissor e o destinatário, será abordado durante o Futurecom 2022, que retornará ao formato presencial no São Paulo Expo, na capital paulista.
A indústria de cabos submarinos vem se renovando e garantindo adesão de mercados pouco beneficiados até então - como o da América Latina e Austrália – por meio da instalação de novos cabos e a desativação de antigos. Desta forma, e mesmo com mais de 170 anos, o mercado se mantém moderno e atual, e deve chegar, segundo pesquisas, a US$ 22 bilhões, em 2025, e até US$ 30 bilhões em 2027.
“O sistema EllaLink, por exemplo, que conecta Fortaleza (CE) a Sines, em Portugal, acaba de completar um ano e tem grande potencial comercial ao habilitar uma conexão de alta capacidade e alta qualidade entre a América Latina e a Europa, gerando possibilidades de maior colaboração entre os dois continentes, bem como abrindo possibilidades múltiplas para serviços inovadores”, destaca Hermano Pinto, Diretor do Portfólio de Tecnologia e Infraestrutura da Informa Markets, responsável pelo Futurecom, que este ano ocorre entre os dias 18 e 20 de outubro.
Ainda no Brasil, a tecnologia tem grande potencial de crescimento e deve se beneficiar do movimento de redes neutras que já vem ganhando força na Europa e na América do Norte. O País tem, segundo o site especializado Submarine Cable Map, 15 cabos e deve chegar a 16, em 2023, com a inauguração do Firmina, que vai conectar a Carolina do Sul, nos Estados Unidos, ao estado de São Paulo e aos países vizinhos Uruguai e Argentina.
A tecnologia, que possibilita as comunicações transoceânicas, ainda lida com a incorporação de novos sistemas e vem evoluindo para lidar com adversidades provocadas pelo ambiente marinho, movimentos do fundo do oceano, navios e âncoras, a fauna, e até mesmo a água em si. “Mesmo com essas dificuldades, por alcançar até oito vezes a velocidade de conexão das redes de satélites, os cabos submarinos continuam sendo a base da rede global de comunicações em banda larga. Esta tecnologia sesquicentenária, exemplo da engenhosidade humana para a conectividade através dos oceanos, possibilita o intercâmbio de conhecimento, a promoção de pesquisas científicas e a comunicação de baixa latência, impactando a sociedade como um todo””, reforça Hermano.

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São Paulo, junho de 2022 - Entre os temas a serem debatidos no Futurecom 2022, no São Paulo Expo, na capital paulista, entre os dias 18 e 20 de outubro, está a inclusão digital que segue em curso – especialmente nas grandes cidades. No entanto, o País ainda depende muito da conectividade de banda larga, principalmente nas áreas ainda não atendidas.


Além da necessidade básica de se democratizar o acesso à informação, alguns setores são primordiais para o desenvolvimento socioeconômico. “Educação e Saúde são as prioridades essenciais. Depois disso, algumas verticais de mercado que têm suas atividades dispersas em regiões remotas carentes de banda larga como, por exemplo, energia, mineração, exploração de petróleo, agronegócio”, afirma Hermano Pinto, Diretor do Portfólio de Tecnologia e Infraestrutura da Informa Markets, responsável pelo Futurecom. Vale lembrar, reforça Hermano, que o conceito de conexão de escolas públicas e postos de saúde, passa pela conectividade (linha de banda larga) e os equipamentos terminais para que os usuários tenham acesso ao serviço com, por exemplo, computadores.
A nova tecnologia de quinta geração da telefonia móvel, o 5G, é considerada por muitos a solução para vários tipos de aplicações do futuro, mas a quarta geração, o 4G, sobrevive e pode ser a alavanca para a democratização do acesso nos lugares remotos. A capacidade de prover sinal dos satélites de baixa órbita é a saída mais viável no momento para suprir essa necessidade. E eles estão disponíveis, inclusive os satélites brasileiros, embora sua existência não seja muito conhecida.
Instalar redes cabeadas em uma área continental como o Brasil não é uma tarefa fácil. Aproximadamente 20% de nossos 5,6 mil municípios não contam com conectividade cabeada. Se as áreas urbanizadas não têm cobertura suficiente, imagine-se a proporção das áreas remotas descobertas. Na falta de condições climáticas para o acesso via sinal de rádio ou se a geografia não permite o cabeamento, o satélite de baixa órbita é o meio ideal. Isso é comprovado pelo investimento de algumas empresas e operadoras de telecomunicações em instalação da tecnologia 4G com antenas terrestres – em alguns casos, alimentadas por energia solar. Essa opção de comunicação com os satélites dá acesso veloz, já que é de baixa latência, quando comparado ao satélite geoestacionário, além de ter proposta sustentável, pois dispensa a construção de redes cabeadas ou link de micro-ondas.

Popularizar a Internet
Embora os estudos do Comitê Gestor da Internet do Brasil apontem para mais de 152 milhões de pessoas com acesso à Internet no País, essa população atendida se concentra nas regiões urbanas. A maioria dessas conexões se dá via telefonia celular e não em banda larga cabeada nas residências e isso não reflete a democratização do acesso. No ensino básico, por exemplo, o censo escolar de 2020 mostra que o acesso atinge somente 32% das escolas públicas do ensino fundamental.
A cobertura dos satélites pode beneficiar regiões do tamanho de um estado inteiro, ou até todo o país, com benefícios como industrialização, geração de empregos, desenvolvimento socioeconômico e aumento do nível de educação e escolaridade. Além da expansão das pesquisas para o desenvolvimento das soluções baseadas em Internet das Cosias (IoT), que também demanda mais uso da banda larga.
Aplicações em sistemas IoT como smart agro, coleta de dados e monitoramento de bacias hidrográficas, condições de mobilidade, parques eólicos e plataformas de petróleo são exemplos que justificam a conexão via satélite. Falta o ganho de escala para tornar o serviço mais acessível.

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• Diversos setores da economia terão impacto positivo com a nova rede 5G e sua integração ao ecossistema de diferentes verticais de negócios
• Reunião temática debateu conteúdo que integrará a grade do maior encontro de tecnologia, transformação digital e telecomunicações da América Latina

São Paulo, julho de 2022 – Promovida em um dia importante para as telecomunicações, marcado pela estreia oficial do 5G standalone em Brasília (DF), a segunda reunião temática do Futurecom 2022 trouxe abordagens e aprofundou temas em três verticais (Presente, Futuro e Ponte), com destaque para as implicações da tecnologia nos mais diversos setores da economia e a integração ao ecossistema de diferentes frentes de negócios. O encontro, que segue o conceito de praça de ideias e inspirações para o Futurecom 2022, reuniu os maiores players do setor e teve como ponto central os benefícios que podem ser agregados pela chegada da tecnologia de quinta geração ao Brasil. O evento retoma este ano o formato presencial e será realizado entre os dias 18 e 20 de outubro, no SP Expo, em São Paulo.

A chegada do 5G ao Brasil proporciona menor latência às redes e possibilita a conexão de mais dispositivos, que poderão auxiliar a implementação de elementos que tragam eficiência aos processos na agricultura, indústria e logística. Até 20 vezes mais rápida que o 4G, a expectativa é que a tecnologia amplie a conectividade e permita o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis, com melhor cobertura e qualidade na conexão.

Além do 5G, outros temas pautados durante a reunião foram o uso da tecnologia como solução para o consumo de combustíveis e energia, produtividade, a utilização de redes de baixa potência para resolução de problemas, além de metaverso, satélites e open ran como oportunidade para a indústria brasileira. Para Hermano Pinto, diretor do Portfólio de Tecnologia e Infraestrutura da Informa Markets, fomentar essas oportunidades de negócios é essencial para o desenvolvimento socioeconômico e sustentável. “Nosso propósito é trazer oportunidades, conteúdo e tendências que impulsionam o ecossistema de tecnologias, conectando pessoas, negócios e indústrias”, explica.

O Futurecom é a maior plataforma de conexão com o mercado durante todo o ano, e tem como principal objetivo proporcionar conteúdo relevante e qualificado, além de favorecer o networking. Centrada no tema “Hoje”, a reunião temática trouxe os debates de tecnologia e telecomunicação para dentro da realidade brasileira, além de construir a ponte de transição entre o presente e o amanhã para estimular discussões sobre o futuro e onde podemos chegar.

Realizado na sede da Intel, em São Paulo, o encontro contou com a participação de especialistas e executivos do mercado, que viram em primeira mão o mapa dos espaços do Futurecom deste ano. A disposição física contará com o Future Congress, totalmente remodelado, que além das trilhas, vai receber congressistas e painelistas em um único local. Há também o Espaço Provedores, o Cloud Xperience, o Startup Futuretech, a Ilha Connectivity & Beyond, com exposição de soluções para além da conectividade, incluindo experiências com 6G, a Arena 4Corp, para conteúdos dedicados ao mercado de TIC e o Lounge 4Corp, espaço destinado ao Programa de Relacionamento do Futurecom.

“Eu gostei muito dessa divisão entre o presente e o futuro e essa ponte, porque é muito interessante falar de novas tecnologias como um sonho, mas falar de sonho todo mundo fala, agora como realizar é mais complexo. Na Intel, adotamos o exercício de futurologia, e tudo está andando junto com essa visão de como fazer esse futuro se tornar realidade. Foi uma discussão bastante clara e objetiva”, reforça Jayro Navarro, diretor de desenvolvimento de tecnologia da Intel.

Futurecom 2022 trará um panorama da infraestrutura e da capilaridade no Brasil, levando em conta a demanda por expansão de conectividade mundial e a individualidade de cada negócio, em busca de uma conexão mais segura, ampla ou rápida. “Por conta de suas dimensões continentais, o Brasil é como um laboratório para outros países que buscam e trazem soluções tecnológicas. O Futurecom é uma oportunidade de conseguirmos integrar negócios e países em busca das melhores soluções”, explica Hermano.

Para Mirella Silva da Silva, coordenadora de Comunicação e Marketing do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), a reunião alinha bastante a expectativa dos players e dos parceiros em tudo que o mercado tem demandado de tecnologia. “É muito interessante ver esses temas sendo debatidos em um evento com todo o mercado e a comunidade de tecnologia. É importante participarmos como fontes e com o que o Inatel estuda em pesquisas tanto em telecom, quanto na área de IoT, redes móveis e cidades inteligentes, que é um assunto que estamos trabalhando bastante”, explica a executiva.

Além dos três temas centrais do evento este ano – Conectividade e Expansão, Jornadas de Transformação e Ecossistemas em Integração – durante as discussões também foram abordados outros assuntos como ESG, regulação do mercado, aplicações e investimentos em tecnologia e serviço de valor adicionado, que estarão presentes no Futurecom.

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Iniciativa marca o início da programação do maior evento de tecnologia, telecomunicações e transformação digital da América Latina

São Paulo, abril de 2022 – O impacto do 5G em várias verticais de negócios, a cooperação e competição (coopetição) entre provedores de nuvem e operadoras tradicionais, modelos de negócios com OpenRAN, Metaverso, Realidade Aumentada e ESG estiveram entre os temas de destaque do Mobile World Congress 2022 e farão parte do debate do primeiro evento virtual do Futurecom deste ano, o Pós-MWC 2022. O encontro será realizado na plataforma Futurecom na próxima quinta-feira, 07/04, a partir das 11h, com previsão de 2 horas de duração.
Segundo Hermano Pinto, diretor do Portfólio de Tecnologia e Infraestrutura da Informa Markets, responsável pelo Futurecom, o Pós-MWC será dividido em três etapas: 1).apresentação de dados do mercado e insights do evento de Barcelona por Ari Lopes, gerente sênior de pesquisa da Omdia;

2) Considerações de algumas empresas que estiveram no MWC, como Ericsson, Huawei, Nokia e Qualcomm, que falarão sobre o que apresentaram de novidade durante o evento e, por último, um debate sobre como as novas tecnologias terão impacto no mercado local e quais verticais poderão se beneficiar ainda mais da tecnologia de quinta geração.

O diretor do Futurecom destaca que a sustentabilidade permeou várias discussões em Barcelona. As empresas do setor querem ampliar o uso de energia e processos sustentáveis, pois sabem que a conectividade é essencial para que outras corporações também consigam reduzir o impacto ambiental. “A eficiência energética apareceu diante da ampliação gigantesca de dispositivos conectados e processamentos de petabytes. Pela primeira vez, o MWC abriu espaço para o mundo da energia com o Global Digital Power Forum 2022.”
Além do 5G e da temática ESG, o Metaverso assumiu protagonismo em diversas exposições, com destaque para sua utilização em duas vertentes: como mídia de interação social (modelo B2B2C, com muita gamificação) e como ferramenta de desenvolvimento de novos negócios, incluindo Realidade Aumentada e Inteligência Artificial dedicadas aos projetos. “Acompanhamos também lançamentos comerciais dentro do metaverso, bem como sua utilização em marcas de mobilidade urbana”, ressalta Hermano.

No evento Pós-MWC 2022 também serão abordados o gerenciamento da crescente complexidade das redes e da demanda por soluções de consolidação de streaming, aplicativos de conteúdo, mídias sociais e games; projeções para o 6G até 2030 e a inclusão de populações sem acesso à Internet. “A tecnologia Edge Computing acabou se tornando mais presente durante o evento, assim como a perspectiva de adoção extensiva de IoT em redes 5G”, complementa Hermano Pinto.
Para participar do Pós-MWC 2022, promovido pelo Futurecom, inscreva-se aqui.

ANOTE EM SUA AGENDA
Pós-MWC 2022 by Futurecom
Dia: 07/04/2022, quinta-feira
Horário: 11h
Inscrições: Evento Pós-MWC 2022 by Futurecom

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"Pós-MWC 2022 by Futurecom" trouxe análise de especialistas sobre tendências mundiais, iniciando programação do maior evento de tecnologia, telecomunicações e transformação digital da América Latina

São Paulo, abril de 2022 - Além de toda a revolução esperada em aplicações na indústria como um todo, passando pelo agronegócio, educação, varejo, serviços, saúde, entre outros, a chegada do 5G no Brasil terá um papel fundamental para preencher um dos gargalos tecnológicos do País: a distribuição da conexão de internet em todo o território nacional. O motivo é que a quinta geração de internet se unirá ao sistema Wi-Fi largamente usado no País, para ampliar ainda mais o acesso dos cidadãos e, ao mesmo tempo, criar muitas oportunidades de negócio.
Esse e outros temas, como cooperação e competição entre provedores de nuvem e operadoras tradicionais, novos modelos de negócios com OpenRAN, as aplicações e novidades do Metaverso e a importância do ESG foram alguns dos assuntos debatidos no evento “Pós-MWC 2022 by Futurecom”, que trouxe análise de especialistas sobre os grandes assuntos e tendências abordados no Mobile World Congress 2022 (MWC), realizado em Barcelona. Na sequência, Hermano Pinto, diretor do Portfólio de Tecnologia e Infraestrutura da Informa Markets, responsável pelo Futurecom, conduziu um debate para que executivos da Qualcomm, Nokia, Ericsson, Huawei e OMDIA compartilhassem suas percepções.
O avanço da tecnologia e da conectividade são temas caros para consumidores e empresas em geral. Por esses motivos, uma das importantes questões analisadas pelos debatedores foi como o 5G e o Wi-Fi irão “conviver” nos próximos anos para atender todas as demandas de interação e performance necessárias para o desenvolvimento nacional. “Entendemos que o modelo do leilão do 5G realizado no final do último ano traz consigo o compromisso de levar conectividade até para as regiões mais remotas. No agronegócio, por exemplo, além de auxiliar na gestão da plantação, na evolução dos veículos autônomos e drones que tornam a produção dessa indústria cada vez mais competitiva e robusta, ainda vai atender as dores do usuário final. Nesse sentido, 5G e Wi-Fi são complementares, mesmo que suas aplicações sejam diferentes”, acredita Jacqueline Paiva, gerente de Novos Negócios da Ericsson.
Francisco Soares, Government Affairs Latin America da Qualcomm, disse que a cooperação entre essas tecnologias é fundamental para integração das residências e, por isso, a importância da decisão do conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que aprovou o uso de toda a faixa de 6 GHz por equipamentos Wi-Fi 6E. Se não houver a possibilidade de uso do Wi-Fi em complemento ao 5G, pode haver um gargalo muito grande para atender tudo o que virá de demanda com a quinta geração”, explicou. De acordo com o executivo, as tecnologias baseadas em 5G vão apoiar de forma muito importante a área de educação. “Durante a pandemia ficou evidente a importância de se manter a conectividade, que vem evoluindo em capacidade e em segurança. O tema é tão importante que tivemos representantes do Ministério da Educação no MWC e, recentemente, foram realocados recursos da ordem de R$ 3,5 bilhões para Estados e municípios com o intuito de levar conectividade para alunos e escolas - para se ter uma ideia, ano passado foram destinados R$ 220 milhões para esse fim”, destacou ele.
Para Soares, a conectividade e o investimento em equipamentos que permitam o acesso para esse tipo de aplicação serão muito importantes para o desenvolvimento do País, assim como outros temas que foram tratados em Barcelona e ainda não estão tão avançados no Brasil, mas devem ganhar destaque nos próximos anos, como carros, ônibus e outros veículos autônomos conectados. “Isso vai possibilitar um conceito de trânsito mais inteligente em termos de segurança, trazendo, ainda, benefícios de economia de tempo e facilidades para o dia a dia dentro dos modelos de cidades inteligentes”, completou ele.
A evolução em termos de aplicações do 5G, da Inteligência Artificial e Fixed Wireless Access (FWA) foram também destacados por Jacqueline Paiva. “Estimamos que a digitalização que vem com essas tecnologias deve trazer R$ 391 bilhões até 2030, dos quais R$ 153 bilhões provenientes apenas do 5G. Essa transformação não vem apenas da área de telecomunicações. Ela vai muito além e inclui indústria, agronegócio, saúde e educação”, explica ela.
“O aumento de demanda será de 65% a 85% até 2030, com crescimento da competitividade para todos os usuários finais. A estimativa é atingir mais de 25% de eficiência operacional com sensores que usam inteligência artificial e aumentam a segurança nas fábricas, na mineração, maior competitividade no mercado interno, ampliação das exportações e todas as áreas da agroindústria, que é responsável por 20% do nosso PIB. Por isso, é importante que todos os atores do ecossistema estejam preparados para a transformação.
O FWA que, de acordo com a especialista, já tem sido usado nos EUA e Austrália, permite conectar regiões mais remotas em várias aplicações comerciais e para os usuários finais. De acordo com Jacqueline Paiva, todo esse crescimento econômico também está ligado à sustentabilidade ambiental e é uma preocupação da indústria, como demonstrado por um estudo da Ericsson que aponta a possibilidade de reduzir as emissões em 15% com a utilização do 5G.
O tema da sustentabilidade realmente é um dos mais relevantes também na visão de Wilson Cardoso, Chief Technical Officer for Latin America da Nokia. Segundo ele, a evolução do OpenRAN, VirtualRAN e servidores integrados vêm crescendo para diversificar todo o ecossistema tecnológico que só se amplia com todas as inovações. Por isso, ele analisa que há cada vez mais foco na eficiência energética e sustentabilidade para que todo esse sistema funcione. “Existe a preocupação com a redução de gastos, mas do ponto de vista dos investidores, há uma busca por empresas que ofereçam mais sustentabilidade nas soluções de energia”, afirmou.
Para Wilson Cardoso, os modelos de negócios devem ser discutidos com as variadas oportunidades que se avizinham no horizonte. “Todo mundo inova, mas pouco se falou dos modelos de negócios. A monetização do 5G é um grande ponto para as operadoras e um desafio para mercados emergentes, como o Brasil.”
Na opinião de Marcelo Motta, diretor da Huawei, os impactos da chegada do 5G serão grandes e afetarão a infraestrutura das redes. “Hoje, o consumo de dados mundial é de 15 gigabytes por mês e deve ser de 600 gigabytes até 2030, um crescimento de 40 vezes”, explica. Entre outros desafios que o Brasil precisará enfrentar, Motta destaca que será preciso aumentar o alcance da fibra dentro das residências. “O Fiber to the Room é um novo conceito que vem para atender essa lacuna e faz uma melhor distribuição do sinal. Há várias categorias de negócios que devem se desenvolver, como Cloud Computing, Edge Computing e Hybrid Cloud, que vêm para solucionar as demandas de forma flexível", anunciou Motta.

Ari Lopes, Senior Research Manager da OMDIA, destaca que o 5G contribuirá para o amadurecimento de grandes verticais de negócios, assim como para soluções que utilizam Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Metaverso, que tem sido bastante estudado por operadoras asiáticas. “As operadoras farão investimentos para crescer na cadeia de valor do mercado B2B’, complementa.
Para quem quiser rever as discussões do Pós-MWC 2022, o conteúdo estará disponível (on demand) a partir de 13 de abril, no site do Futurecom. O próximo evento já tem data marcada: o Digital Series Agronegócio será no dia 25 de maio na plataforma Futurecom.

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A Informa Markets cria plataformas para indústrias e mercados especializados para fazer negócios, inovar e crescer. Nosso portfólio global é composto por mais de 550 eventos e marcas internacionais, sendo mais de 30 no Brasil, em mercados como Saúde e Nutrição, Infraestrutura, Construção, Alimentos e Bebidas, Agronegócio, Tecnologia e Telecom, Metal Mecânico, entre outros. Oferecemos aos clientes e parceiros em todo o mundo oportunidades de networking, viver experiências e fazer negócios por meio de feiras e eventos híbridos, conteúdo digital especializado e soluções de inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados 365 dias por ano.

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